Tradicionais e inovadores: Administração e Direito têm mercados de trabalho a serem explorados

Tanto calouros como formandos têm a mesma preocupação: como construir uma carreira profissional de forma bem sucedida e consistente com várias áreas de trabalho saturadas? Uma das soluções é: procurar mercados poucos explorados. Mesmo tradicionais, os cursos de Direito e Administração estão em constante evolução e apresentam novas alternativas de emprego.

No Direito, as opções são: Segurança das Informações, Ambiental, Imobiliário e Previdenciário, que oferecem um amplo espaço para desenvolvimento. “Após terminar a graduação, é muito importante que o profissional siga estudando. Por meio de especializações, mestrados e doutorados, o aluno se qualifica e amplia sua visão sobre a área que escolheu”, diz a coordenadora do curso de Direito do Campus Zona Sul da UniRitter, Alessandra Russo.

Outra dica é, o quanto antes, aliar os estudos com os estágios. Tanto escritórios de advocacia ou órgãos públicos, a prática adquirida com profissionais que já atuam no mercado, como advogados e juízes, serve para preparar o estudante para a vida profissional.

Já na Administração, os segmentos de Recursos Humanos, Marketing e Logística exigem atenção especial, dependendo do momento das organizações e do mercado. “Com um novo viés, a atuação nesses segmentos traz oportunidades de desenvolvimento de processos e pessoas”, destaca a coordenadora do curso de Administração da UniRitter, Lia Hallwass.

No caso das áreas Financeira e de Governança Corporativa, estas se apresentam como pouco exploradas. Ambas ganham mais destaque em tempos de crise, exigindo dos administradores o conceito de eficiência, para produzir as mesmas coisas com um custo menor.

Para quem quer inovar, a alternativa mais comum é ir atrás de um negócio próprio. Mas a professora faz um alerta para quem escolhe o caminho do empreendedorismo. “Um produto criativo nem sempre é um negócio inovador. O administrador deve pensar na viabilidade desse produto, analisando o mercado e a demanda”, comenta.

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