Professores da Faculdade de Comunicação ~na pele~ de estudantes

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Quem chegava e observava a sala lotada procurava arranjar lugar – nem que fosse no chão. Cadeiras e mais cadeiras eram trazidas de outras salas para que o maior número de alunos possível coubesse na sala 302 do prédio D. Foi com grande público que oito professores da Faculdade de Comunicação Social da UniRitter (FACS) apresentaram projetos de pesquisa na manhã de  quarta-feira (21).

Para a coordenadora do curso de Jornalismo da FACS, Laura Glüer, a atividade – que fez parte da XI SEPesq – Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação da UniRitter, – é importante para os cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas. “Muitos projetos estão sendo apresentados neste ano, o que mostra a consolidação da pesquisa na área da comunicação da UniRitter”, afirmou.

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A apresentação das pesquisas dos professores foi bem recebida pelos alunos. Para o estudante do 6º semestre de Jornalismo, Paulo Mendes, seria ótimo se houvessem mais oportunidades como essa. “Ver os professores enfrentando aquilo que viveremos no Trabalho de Conclusão de Curso é inspirador”, afirmou Paulo, que, inspirado pelas apresentações, contatou seu futuro orientador para iniciar sua jornada de teorias e análises.
Mercado audiovisual

A primeira pesquisa foi apresentada pela professora dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo Daniela Israel: “Uma câmera na mão de quem? – Uma breve reflexão sobre o mercado audiovisual, o profissional e a formação universitária”.

Daniela falou do momento diferente que a produção audiovisual está enfrentando. “A tecnologia mudou a forma de produzir”, destacou. O questionamento promovido é baseado na incógnita do papel da faculdade para dar conta dessa demanda de profissionais. Dados da pesquisa sugerem que o papel desse novo profissional deve ser baseado na criatividade, pró-atividade e conhecimento técnico.

Seleção de corpus

O segundo projeto de pesquisa foi apresentado pelo professor Marcelo Correa, do curso de Publicidade e Propaganda. Em “Questões inovadoras do projeto de design gráfico para a comunicação do produto – A formatação e a seleção do corpus de amostragem de rótulos para aplicação da análise semiótica”, Marcelo falou sobre a pesquisa baseada nos rótulos de cervejas artesanais produzidas no Rio Grande do Sul, com tempo superior a cinco anos no mercado e de fácil acesso ao público em geral.

Para o professor, a embalagem é influenciadora na hora da compra, pois é uma conexão da marca com o consumidor. A pesquisa ainda está em andamento, e tem como previsão de conclusão o ano de 2016. A coordenadora Laura Glüer destacou o trabalho como um exemplo de como delimitar o corpus de uma investigação.

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Telejornalismo

O professor Leandro Olegário, do curso de Jornalismo, apresentou a terceira pesquisa da programação. Com o título de “Retórica do Imediato: Velocidade e narrativa melodramática no telejornalismo”, o trabalho abrangeu a construção da notícia na pós-modernidade – muito baseada na espetacularização. Trazendo como case duas matérias do Jornal Hoje, veiculadas em dias diferentes, o professor citou que, quando é identificado um erro ou atualização do fato, a ética exige que haja correção e exibição de uma nova reportagem.

Webradio

Encerrando a primeira parte, o professor de Jornalismo Rodrigo Rodembusch apresentou para os estudantes o projeto da webradio da FACS. Em “Webradio UniOne: um projeto de extensão que extrapola as barreiras territoriais”, Rodembusch afirmou que o intuito é explicar e proporcionar a vivência do que é o mercado de trabalho. “Isso faz com que o aluno tenha uma formação diferenciada nesse veículo de comunicação”, disse. Para ele, a evolução do trabalho pode gerar um serviço para a comunidade local ter voz.

Agências de comunicação

A coordenadora Laura Glüer abriu a segunda parte de apresentações com a pesquisa realizada pela UniRitter, em parceria com a ABRACOM. O projeto “Mapeamento das Agências de Comunicação no Rio Grande do Sul” investigou as características das empresas do mercado gaúcho, atuação e o perfil dos profissionais que trabalham na área. Foi destacada a importância que a assessoria de comunicação conquistou nos últimos anos em diversos campos, como no esporte, nas empresas em geral e na política.

Relações Públicas

O professor de Relações Públicas Marcelo Tavares apresentou o sexto trabalho da manhã: “O poder simbólico das Relações Públicas no contexto das organizações”. Segundo ele, o conteúdo não é uma pesquisa, mas sim uma amostra do que é mostrado durante as aulas. Na ocasião, foram apresentados os conceitos e as possibilidades de aplicações nas tarefas diárias das organizações. Para Marcelo, a função é essencial no papel estratégico e muda o relacionamento dos membros das empresas.

Consumo

A professora Camila Morales, do curso de Publicidade e Propaganda, apresentou “Fenômenos contemporâneos da Publicidade” – no qual aborda os fenômenos do consumo e seu impacto, desde a antiguidade até os dias atuais. Foi apresentada, também, a metodologia utilizada pelo grupo – baseada em estudos de cores ilustrativas e pesquisas na internet.

Agência Experimental

Encerrando a manhã de apresentações, os professores Tânia Almeida e Marcelo Tavares, de Publicidade e Propaganda, expuseram em seu trabalho a conexão das disciplinas com as diretrizes do MEC. Tânia falou sobre o Núcleo de Relações Públicas da Agência Experimental de Comunicação Integrada (AGEX) e seu trabalho de inclusão dos alunos dos três cursos da área comunicacional no exercício de suas funções como futuros profissionais já no ambiente universitário. A professora falou, também, sobre o envolvimento dos alunos com as disciplinas – que traz não apenas crescimento pessoal, mas o desenvolvimento dos cursos. “Os alunos aprendem, trazem suas ideias, e nós, professores, também aprendemos muito com os acadêmicos”, afirmou.

(Colaboração: Bruna Fonseca e Mariana Aguiar / Agência Experimental de Comunicação Integrada)

 

 

LIBERDADE DE IMPRENSA

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“Deixa que digam, que pensem, que falem…”, a música de Jair Rodrigues pode traduzir o desejo de todos que querem se expressar.

Nem todos conseguem esse poder de questionar, reivindicar e agir, principalmente nos meios de comunicação.

Em muitos países, a mídia enfrenta censura e é obrigada a suspender atividades. Muitos jornalistas são presos, perseguidos e assassinados por conta do seu maior bem: a liberdade de expressão.

Instituído em 1991 para defender a independência dos profissionais de mídia como algo essencial para o processo democrático, o Dia da Liberdade de Imprensa é comemorado em 3 de maio.

Desde lá, ficou ainda mais  evidente que um jornalismo de qualidade ajuda na formação e desenvolvimento dos cidadãos. “Com a vigilância constante dos jornalistas, é possível buscar uma sociedade melhor e mais justas, expor as fragilidades e desafios que precisam ser superados, mostrar os bons exemplos. É lamentável que jornalistas sejam reprimidos em seu exercício profissional, alguns pagando até com a própria vida, como Tim Lopes. Por isso, é uma data de reflexão dos jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo e da sociedade como um todo”, destaca a professora Laura Glüer, coordenadora da Graduação dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas da UniRitter e diretora do Departamento Universitário da Associação Riograndense de Imprensa.

A realidade não é muito animadora. Os números apontam que a Liberdade de imprensa atingiu o nível mais baixo em dez anos. De acordo com o relatório da ONG Freedom House, divulgado na última quarta-feira (29), dos 199 países analisados em 2014, 63 foram considerados “livres”, 71, “relativamente livres”, e 65, “não livres”.

Isso significa que apenas uma em cada sete pessoas no mundo vive nos países “livres”, caracterizados por forte cobertura de notícias políticas, garantia de segurança aos jornalistas e com baixa influência do Estado nas questões midiáticas.

O Brasil é considerado “parcialmente livre”, e ocupa a 90ª posição do ranking. O balanço calcula que quatro jornalistas foram mortos no país em 2014 e muitos outros atacados ao cobrir protestos. Já a mídia brasileira, para a ONG, enfrenta ameaça constante de violência e impunidade, assim como censura judicial.

Mas, o desejo de publicar informações de maneira livre não pode parar. A voz pública das sociedades deve ser o retrato do mundo!

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Só a PEC pode decidir

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Datas emblemáticas possuem a capacidade de marcar a eternidade por afetar um grupo ou uma categoria de pessoas. Agora, pense na junção de uma data especial com algo que poderá mudar os rumos de uma profissão?

Será hoje um dia de comemoração ou de desconsolo para a classe jornalística. Em pleno 7 de abril, data na qual se celebra o Dia do Jornalista, uma votação na Câmara dos Deputados, em Brasília, votará a PEC do diploma. A Proposta de Emenda Constitucional retoma a obrigatoriedade da formação superior para o exercício do Jornalismo e tramita no Congresso desde 2009.

Na época da derrubada do diploma, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o decreto-lei que mantinha a obrigatoriedade era inconstitucional e prejudicava os chamados jornalistas “de carreira” – que trabalham na função há anos, mas sem a formação específica.

A PEC precisa de 308 votos favoráveis para ser aprovada. Após isso, deve ser encaminhada ao Senado e sancionada pela Presidência da República.

A volta da exigência é um reconhecimento pela profissão. Além do dom em apurar os fatos e noticiá-los de maneira imparcial e ética nas rádios, tvs, jornais, revistas ou no meio digital, existem técnicas indispensáveis para realizar um ótimo trabalho e ser os olhos, os ouvidos e a voz de toda sociedade.

A grande manchete de hoje, é pela valorização dos jornalistas!

Revista Universus é lançada por alunos da Comunicação

Pela primeira vez, os cursos de Comunicação Social da UniRitter desenvolveram uma revista totalmente produzida por alunos e professores. A edição pioneira da Universus conta com 90 páginas e 14 matérias. O periódico aborda assuntos variados como: comportamento, saúde, cultura, esporte, economia, entre outros.

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A equipe de jornalismo contou com a coordenação dos professores das disciplinas de Redação e de Projeto Experimental Revista, Robson Pandolfi e Rogério Grilho, respectivamente, que instruíram os acadêmicos do sexto semestre. “Foi uma experiência dentro do jornalismo interpretativo, o gênero proposto nesta revista. Eles conseguiram desenvolver ótimas matérias. Certamente, vão chegar bem ao mercado após essa experiência”, frisa Pandolfi. Além disso, as fotos foram realizadas pelos próprios alunos, com auxílio dos professores de Fotojornalismo.

Segundo Pandolfi, a revista foi planejada desde o início do segundo semestre do ano passado. Toda a semana eram realizadas reuniões de pauta entre professores e estudantes. “Fizemos assembléias para elencar os assuntos”, lembra. Os acadêmicos tiveram orientações como abertura de matéria e revisões textos. “No começo, os estudantes ficaram surpresos com o tamanho do texto que teriam que produzir. Mas entenderam que era necessária uma apuração mais criteriosa e conseguiram desenvolver ótimas matérias. Certamente, vão chegar bem ao mercado após essa experiência”, frisa.

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A reportagem de capa escolhida aborda histórias de pessoas cansadas de esperar pelas promessas do poder público, ocupando terrenos ociosos na cidade em busca de um lar. Assinada pelo estudante Leonardo Pujol, juntamente com as suas colegas Caroline Correa e Priscila Valério, a matéria teve cerca de 40 dias de apuração, com mais de 20 entrevistas. “A ideia foi fazer uma reportagem mostrando o lado B da situação, porque a mídia tradicional não trabalha sob o olhar dos direitos humanos”, comenta.

Outro destaque na Universus são os anúncios. Todas as peças publicitárias foram criadas pelos alunos do segundo semestre do curso de Publicidade e Propaganda. A professora responsável, Ana Carolina Dutra, comenta que cada estudante escolheu o tema do anúncio que mais lhe chamava a atenção. “Os alunos ficaram livres para criar e receberam as orientações necessárias. O resultado foi muito bom, principalmente por eles estarem recém iniciando a faculdade”, enfatiza.

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Além da versão online, a Universus terá uma tiragem impressa. A segunda edição está prevista para o final de 2015.

Agora, é acessar o site e conferir a revista prontinha! http://issuu.com/universus

Boa leitura!

 

O poder do lápis e a liberdade de expressão

Uma invasão à sede da revista satírica Charlie Hebdo, de Paris, na última quarta (7), estarreceu o mundo. O ataque resultou em 12 mortos, incluindo o diretor da publicação, e 11 pessoas feridas.

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O principal motivo teria sido a publicação de caricaturas de líderes muçulmanos e do profeta Maomé. O fato suscitou a discussão sobre a liberdade de expressão na imprensa.

Os suspeitos do atentado, dois irmãos franceses, mantiveram reféns em uma gráficas e foram mortos após ações da polícia francesa, nesta sexta (9).

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A expressão JeSuisCharlie (“Eu sou Charlie”) virou trending topics mundial e passou a simbolizar a solidariedade pela morte de jornalistas e cartunistas da revista pelo mundo.

Alguns desenhistas e cartunistas também prestaram homenagens aos colegas de profissão em diversos idiomas.

Mesmo com o clima tenso e o inusitado, o chefe de redação e o cronista do jornal asseguraram: na próxima quarta-feira, Charlie estará nas bancas.

Um novo olhar sobre a reciclagem do plástico pós-consumo

Cerca de 20 convidados, entre professores e estudantes de Jornalismo das faculdades PUC-RS, UniRitter e Unisinos, participaram de uma visita guiada no município de Dois Irmãos, na Estação Ambiental Braskem, no Polo Petroquímico, na Cooperativa dos Recicladores e na Suzuki Recicladora. O passeio faz parte do projeto Caminhos da Reciclagem, um novo olhar sobre o plástico, promovido pela Braskem, com o apoio do Sindicato do Ensino Privado (Sinepe-RS) e Mãos Verdes Cooperativa dos Trabalhadores e gestores socioambientais.

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Recicladores de Dois Irmãos

A socióloga Jaqueline Virti, da cooperativa Mãos Verdes e o publicitário Daniel Fleischer, relações institucionais da Braskem, foram os responsáveis por receber e conduzir os participantes pelos caminhos da reciclagem.

Recicladores de Dois Irmãos.

Recicladores de Dois Irmãos.

A primeira parada foi na Estação Ambiental Braskem, área com 68 hectares localizada no cinturão verde do Polo Petroquímico de Triunfo. Após um café da manhã e uma palestra de 1h30, no qual foram abordados a história do polo e da empresa, o processo produtivo do plástico e suas particularidades, os visitantes fizeram um tour pelas plantas I e II da Braskem, bem como o Centro de Tecnologia e Inovação, onde são desenvolvidos novos produtos.

Recicladores de Dois Irmãos.

Recicladores de Dois Irmãos.

No período da tarde, os professores e alunos visitaram a Cooperativa dos Recicladores de Dois Irmãos, organização apoiada pela Braskem e que faz a coleta e a triagem de rejeitos sólidos do município que leva o mesmo nome. No local são feitos os beneficiamentos de plásticos pós-consumo, entre outros rejeitos. É um processo manual e bastante criterioso. Para o aluno do 6º ano de jornalismo da Uniritter, Everton Weber Cordeiro, o que mais lhe marcou foi o cheiro. “Foi mais um momento para sentir novos aromas, esses por obviedade, nada agradáveis, afinal se tratava de lixo que ali, na usina, é corretamente reciclado e que passa por um rigoroso processo, que se inicia com a chegada do caminhão, que tivemos oportunidade de ver e fotografar , até a separação cuidadosa”, destaca.

Palestra de Daniel Fleischer na Braskem.

Palestra de Daniel Fleischer na Braskem.

A última parada foi na empresa Suzuki Recicladora, também apoiada pela Braskem, que faz a transformação da matéria prima da reciclagem em madeiras plásticas.

Uma semana para refletir sobre o cenário político e midiático brasileiro

Entre os dias 18 e 22 de agosto, a UniRitter recebe convidados para debater sobre política no Painel de Jornalismo Avançado: Eleições 2014.

O dia que abriu a semana de palestras contou com o jornalista Wilson Rosa, além da coordenadora dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, Laura Glüer e dos professores Leandro Olegário, César Steffen e Denise De Rocchi.

A coordenadora Laura Glüer mediou o encontro e frisou o quão importante é uma semana de debates e reflexões acerca do jornalismo político e da cobertura eleitoral.

“Os alunos terão aqui grandes nomes de profissionais que trabalham com jornalismo político, seja ele em veículo ou assessoria, e acho que eles conseguirão ter uma visão panorâmica dos bastidores dessa que é uma área tão excitante do jornalismo”, exalta a coordenadora dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, Laura Glüer.

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Wilson Rosa é jornalista formado há 18 anos e trabalhou em diferentes veículos, como o Grupo Bandeirantes e o Jornal do Comércio, nos quais apresentava programas e realizava reportagens, principalmente, sobre economia e política. Atualmente no SBT, Wilson deu detalhes da cobertura jornalística em período eleitoral.  “O profissional tem de estar bem informado e tem de acompanhar debates e noticiários políticos para não haver furos. O jornalista tem de ser imparcial”, destaca. A imparcialidade não é o único quesito importante que o profissional deve levar em consideração. Para Wilson, a ética deve estar sempre presente da vida do jornalista, mesmo quando a empresa para qual trabalha possui um posicionamento político. Se os interesses do veículo extrapolam a fidelidade da informação, o profissional tem de escolher conforme a sua consciência. “A partir do momento em que o fato e a verdade forem maiores, o jornalista vai ter de arriscar o emprego. É a questão da ética, um dilema para o jornalista”, declara.

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O dia que durou 21 anos

Com a exibição de um trecho do documentário de Camilo Tavares, “o dia que durou 21 anos” abriu a discussão sobre o Golpe de Estado no Brasil em 1964. A jornalista Denise De Rocchi, mestra em Relações Internacionais pela UFRGS e professora da UniRitter salienta a relevância de debater sobre a Ditadura no Brasil, 50 anos após o ocorrido. “Esse momento agora é muito importante para ter essa recuperação histórica deste período e termos essa discussão: afinal, o que aconteceu com o Rubens Paiva? Como é que alguém entra para dar esclarecimentos em uma delegacia e nunca mais volta pra casa?”. A professora comenta sobre o caso do engenheiro civil e político Rubens Paiva, que foi cassado e morto no início do período ditatorial. César Steffen, Doutor em Comunicação Social e professor do Mestrado em Design e da graduação nos cursos de Comunicação da UniRitter, fez uma comparação entre aquela política exercida na Ditadura Militar com a de agora.  “A polarização dos partidos que a gente vê hoje no Estado e que a gente observa em pesquisas ainda reflete um pouco daquele clima”, aponta o professor.

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A palestra ainda contou com a projeção de imagens do fotógrafo da Zero Hora Ricardo Chaves, o Kadão. Haverá uma exibição completa das fotografias ocorrerá na quinta-feira, dia 21, no Auditório D, com a presença do profissional a partir das oito horas da manhã.

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Produção: Vanessa Magnani, aluna de Jornalismo da UniRitter.
Fotos: Leonardo Mayer, aluno de Jornalismo da UniRitter.

Desafio no curso de Jornalismo gera vídeos de campanhas sociais

Redes sociais, desafio e responsabilidade social. Os alunos da matéria de Assessoria de Comunicação II, do Curso de Jornalismo, receberam o seguinte desafio: pensar em uma ideia que se desdobrasse em uma campanha ou manifesto, utilizando as redes sociais para disseminar o projeto e engajar as pessoas com a causa.

O resultado? Além de exercitar a criatividade, foram produzidos 26 projetos em três turmas. Nem todos possuem vídeos, mas muitos desenrolaram de outras maneiras, com a disseminação nas redes sociais.

Para o professor da disciplina, Gabriel Rymsza, foi uma experiência fantástica, onde os alunos entraram em questões como a cultura participativa e mobilização social, a partir da web.

“Trabalhamos bastante sobre a importância das redes sociais em criar e manter a imagem e reputação de marcas e organizações. Percebi a excitação e o engajamento dos grupos em pensar em iniciativas novas e diferentes, às quais eles realmente acreditam”, destaca.

“Depois de pensarmos em várias opções decidimos fazer a do Pegue o Seu Bom Dia, por se tratar de uma ação que poderia ser desenvolvida dentro do campus e que beneficiasse os próprios alunos e funcionários da UniRitter. Acertamos. Foi uma iniciativa que deu certo e que até hoje as pessoas curtem a nossa página e elogiam a ação”, revela a aluna Jéssica Maldonado.

Jéssica e a colega Carol, em um sábado de manhã chuvoso entregaram balões com mensagens, onde a pessoa era convidada a estourar e ler o pequeno texto.

Conheça os cinco projetos mais criativos e bem executados indicados pelo professor

# Pegue o Seu bom dia

# Cartas para o mundo

# Histórias e cupcakes

# Adote um mendigo

# Amigos de Sangue

Clique aqui e conheça o curso de Jornalismo da UniRitter.