A universidade como fomentadora da inovação tecnológica e social

Prof. Dra. Daniela Horta

Prof. Dra. Daniela Horta

A Profª. DrAª. Daniela Horta, professora da Faculdade de Comunicação e do curso de Administração da UniRitter, falou sobre Inovação para a coluna UniRitter em foco da versão impressa do jornal Zero Hora de hoje!

“Você já percebeu que algumas empresas apresentam novos produtos constantemente? Isso ocorre pelo fato de vivermos em um ambiente altamente competitivo, o que leva as organizações a apostarem na inovação como uma forma de se diferenciarem de seus concorrentes e, assim, assegurarem vantagens competitivas.
A palavra ‘inovar’ deriva do latim in + novare, que significa renovar ou alterar, e ela está intimamente ligada à criatividade. Enquanto a criatividade pode ser compreendida como a geração de ideias, a inovação é a implementação dessas ideias, de modo a obter um retorno econômico. Mas, para que isso aconteça, é importante ter um espírito empreendedor. De acordo com um estudo realizado em conjunto pelo Sebrae e a Endeavor (2016):

6% dos universitários brasileiros
já são empreendedores e outros
21% pretendem empreender no futuro.

Isso significa que 1 em cada 4 alunos
tem ou quer ter um negócio.

Esse interesse parece estar relacionado com o fato das universidades ofertarem uma educação mais empreendedora por meio de disciplinas que instigam os alunos a considerarem o empreendedorismo como uma opção de carreira. Além disso, elas incentivam projetos transdisciplinares que auxiliam os discentes a encontrem futuros sócios, parceiros e até mesmo investidores, fazendo com que ideias geradas em sala de aula saiam do papel e promovam o desenvolvimento econômico da cidade e região.

Um bom exemplo disso é um projeto que surgiu em uma disciplina do curso de Nutrição do Centro Universitário Ritter dos Reis. Nele, os alunos deveriam propor pratos nutritivos que seriam comercializados congelados. Para criar o protótipo e as estratégias de marketing, eles se uniram a alunos e professores de outros três cursos: Design de Produtos, de Relações Públicas e da Publicidade e Propaganda. Observa-se nesse caso, que as universidades devem estar muito atentas às necessidades da comunidade para desenvolverem ações que estejam sempre alinhadas com a demanda dos universitários e do mercado”.

Festival de sabores agrada paladar dos alunos na Feira Ritter Gourmet

Tapioca, crepes, baguetes, tirashi e wraps. Em clima de verão, estas delícias saudáveis são servidas na Feira Ritter Gourmet – evento que faz parte da Feira de Negócios da Administração que iniciou no dia 3 de novembro. Os participantes são os estudantes da disciplina de Elaboração e Gerência de Projetos, do sétimo semestre. O desafio é montar o próprio negócio, bem como agradar o paladar do público. A expectativa geral é vender 4,2 mil porções.

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Nos dois primeiros dias de Feira, o fluxo de vendas tem sido intenso e com sucesso de crítica por parte de alunos, professores e funcionários da UniRitter. Conforme destaca o coordenador do evento, o professor do curso de Administração, Paulo Abdala, essa é a oportunidade dos estudantes explorarem o seu lado empreendedor. “Eles estão fazendo desde a compra dos legumes até o controle de fluxo de caixa. Além disso, aplicaram recursos próprios, o que cria uma situação bem real de mercado”, destaca.

Antes da escolha do que servir, os grupos realizaram uma pesquisa de mercado com os acadêmicos da UniRitter para diagnosticar suas preferências gastronômicas. O resultado são cinco iguarias, com diversos tipos de preços. Os estudantes da Administração também criaram estratégias como combos com bebidas, degustações e agilidade no atendimento.

Na tenda #projetoverão, a especialidade são os wraps – sanduíches com recheio, envolvidos em um pão de massa fina. Estão sendo oferecidas opções com frango, salame e vegetariano.  O Crepe Coloré oferece cinco tipos de crepes franceses doces e salgados. Já a La Baguetteria apresenta uma boa variedade de ingredientes, com baguetes nos estilos Natural e Campeiro. A turma do Nafakú se inspirou no oriente e está servindo o tirashi (temaki sem alga), com salmão, cream cheese, entre outros temperos.  Por fim, a Oca da Tapioka, que optou por uma tradicional receita nordestina, com três tipos de tapiocas salgadas e três doces.

Ao final da Feira, a avaliação de desempenho dos alunos será feita de duas formas: resultado financeiro e pesquisa de satisfação. Com prancheta na mão para saber o que os estudantes estão achando das comidas, a aluna do sexto semestre de Administração, Pamela Porn, acredita que esta é uma ótima oportunidade de ver como funciona um plano de negócio. “No próximo semestre estarei envolvida nesta Feira e já estou projetando o que fazer”, comenta.

As orientações destas pesquisas ficaram a cargo dos integrantes da UniRitter Júnior. Também estiveram envolvidos no evento os alunos do Centro de Design, que fizeram toda a programação visual das tendas, e os estudantes da Nutrição, que ministraram cursos de boas práticas.

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Já experimentou algumas destas comidas? Vai lá e conheça as outras! Se não provou, não perca tempo! A Feira vai até esta quinta-feira, dia 6, sempre no horário das 18h às 22h, e está localizada no saguão do prédio A. Bon appetit!