LIBERDADE DE IMPRENSA

2blog_liberdade_imprensa1

“Deixa que digam, que pensem, que falem…”, a música de Jair Rodrigues pode traduzir o desejo de todos que querem se expressar.

Nem todos conseguem esse poder de questionar, reivindicar e agir, principalmente nos meios de comunicação.

Em muitos países, a mídia enfrenta censura e é obrigada a suspender atividades. Muitos jornalistas são presos, perseguidos e assassinados por conta do seu maior bem: a liberdade de expressão.

Instituído em 1991 para defender a independência dos profissionais de mídia como algo essencial para o processo democrático, o Dia da Liberdade de Imprensa é comemorado em 3 de maio.

Desde lá, ficou ainda mais  evidente que um jornalismo de qualidade ajuda na formação e desenvolvimento dos cidadãos. “Com a vigilância constante dos jornalistas, é possível buscar uma sociedade melhor e mais justas, expor as fragilidades e desafios que precisam ser superados, mostrar os bons exemplos. É lamentável que jornalistas sejam reprimidos em seu exercício profissional, alguns pagando até com a própria vida, como Tim Lopes. Por isso, é uma data de reflexão dos jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo e da sociedade como um todo”, destaca a professora Laura Glüer, coordenadora da Graduação dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas da UniRitter e diretora do Departamento Universitário da Associação Riograndense de Imprensa.

A realidade não é muito animadora. Os números apontam que a Liberdade de imprensa atingiu o nível mais baixo em dez anos. De acordo com o relatório da ONG Freedom House, divulgado na última quarta-feira (29), dos 199 países analisados em 2014, 63 foram considerados “livres”, 71, “relativamente livres”, e 65, “não livres”.

Isso significa que apenas uma em cada sete pessoas no mundo vive nos países “livres”, caracterizados por forte cobertura de notícias políticas, garantia de segurança aos jornalistas e com baixa influência do Estado nas questões midiáticas.

O Brasil é considerado “parcialmente livre”, e ocupa a 90ª posição do ranking. O balanço calcula que quatro jornalistas foram mortos no país em 2014 e muitos outros atacados ao cobrir protestos. Já a mídia brasileira, para a ONG, enfrenta ameaça constante de violência e impunidade, assim como censura judicial.

Mas, o desejo de publicar informações de maneira livre não pode parar. A voz pública das sociedades deve ser o retrato do mundo!

blog_liberdade_imprensa1

 

 

 

Prepare o passaporte

international_abre

No dia 13 de abril aconteceu no Campus Zona Sul a International Fair. A feira de intercâmbio reuniu representantes de diversas instituições de ensino da Rede Laureate para um momento de “tira-dúvidas” com os estudantes interessados em uma experiência no exterior.

international_estandes
Quem já embarcou nessa aventura também esteve lá para compartilhar suas experiências em sessões de bate-papo durante a manhã e tarde.

international_palestras_1 international_tarde

O diretor de Inovação da UniRitter, Marc Deitos, comemorou o resultado: ” A International Fair 2015 apresentou diversas oportunidades de experiências internacionais aos alunos. Os painéis temáticos sobre o Ciências sem Fronteiras e sobre os concursos e editais da Rede Laureate possibilitaram grande troca entre os estudantes. Além disso, o evento mostrou oportunidades específicas por curso, que lotaram a Feira nas apresentação da Arquitetura e do Design.

Outro ponto positivo deste ano foi o período em que a feira ocorreu. “No início de abril ainda dá tempo de escolher o destino e embarcar no segundo semestre. O Edital para quem embarca em agosto está aberto até 15 de maio”, alerta Deitos.

A programação também reservou um momento para anunciar os candidatos (entre alunos e docentes e colaboradores da UniRitter) selecionados no Programa de Bolsas da Santa Fe University of Art and Design (SFUAD), de 9 a 29 de julho de 2015. A instituição fica no Novo México, Estados Unidos.

Olha a faceirice da turma! :p

intercambio_bolsistas

Oportunidades não faltam. É só preparar o passaporte. E, para dúvidas, contatar o International Office .

Mais fotos do evento  AQUI  !

E, falando em oportunidades, uma novidade da UniRitter é a dupla titulação. Quer saber mais? Acessa aqui.

 
 
 

Huuuuuuuuuuuum…Café

Amargo, forte, cheiroso…também pode ser mais fraquinho ou misturado com leite…frio, quente, doce ou salgado e com um aroma que bah!

Em qualquer ocasião, a companhia dele sempre cai bem e, justo hoje, no Dia Internacional do Café, vale a homenagem.

Quero cafééééé

O grão é originário da África e aos poucos foi conquistando paladares pelo resto do mudo. Chegou ao Brasil em 1727 e bem cotado comercialmente. O país é uma das referências na produção mundial e o estado com mais destaque em áreas cafeeiras é Minas Gerais.

A ciência também sempre descobre algum estudo relacionando café e benefícios à saúde, como proteger contra o Alzheimer, evitar o entupimento das artérias e prevenir o câncer de pele. O mais curioso são os dados em relação à ingestão da bebida.

Como também dizem que ajuda na concentração, deve ser por isso que o consumo chega, em média, a 20 milhões de sacas de café por ano pelos brasileiros. O equivalente a 173 bilhões de xícaras, ou, resumindo: cerca de 850 xícaras para cada habitante.

Mas é bom lembrar que o Ministério da Saúde orienta que o café seja consumido com moderação. Caso contrário, você corre o risco de precisar, a partir de agora, de uma xícara como essa. Por favor, nada de excessos 😛

Vai um gole, aí?

 

café_gigante

Só a PEC pode decidir

post_jornalista_2

Datas emblemáticas possuem a capacidade de marcar a eternidade por afetar um grupo ou uma categoria de pessoas. Agora, pense na junção de uma data especial com algo que poderá mudar os rumos de uma profissão?

Será hoje um dia de comemoração ou de desconsolo para a classe jornalística. Em pleno 7 de abril, data na qual se celebra o Dia do Jornalista, uma votação na Câmara dos Deputados, em Brasília, votará a PEC do diploma. A Proposta de Emenda Constitucional retoma a obrigatoriedade da formação superior para o exercício do Jornalismo e tramita no Congresso desde 2009.

Na época da derrubada do diploma, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o decreto-lei que mantinha a obrigatoriedade era inconstitucional e prejudicava os chamados jornalistas “de carreira” – que trabalham na função há anos, mas sem a formação específica.

A PEC precisa de 308 votos favoráveis para ser aprovada. Após isso, deve ser encaminhada ao Senado e sancionada pela Presidência da República.

A volta da exigência é um reconhecimento pela profissão. Além do dom em apurar os fatos e noticiá-los de maneira imparcial e ética nas rádios, tvs, jornais, revistas ou no meio digital, existem técnicas indispensáveis para realizar um ótimo trabalho e ser os olhos, os ouvidos e a voz de toda sociedade.

A grande manchete de hoje, é pela valorização dos jornalistas!