Mobilização social é aqui

Essa é para quem acha que as coisas legais acontecem longe da gente. Já pensou em uma rede colaborativa para tirar projetos do papel e fazer acontecer? Pois é esta uma inciativa muito bacana que está acontecendo aqui, na Capital.

O Minha Porto Alegre, projeto liderado por Bruno Paim e Carolina Soares, teve a missão de arrecadar, em até 35 dias, a quantia de R$ 13,79 mil para receber apoio financeiro do Google e implantar ações de melhorias urbanas na cidade. A meta foi atingida antes de encerrar o prazo e os colaboradores da causa receberão recompensas como uma feijoada com roda de samba, aula de exercícios físicos e uma hospedagem, com acompanhante e com tudo que é direito, em um hotel.

Palmas para os idealizadores e os incentivadores pelo feito, pois uma das ideias que será colocada em prática trata da recuperação do Arroio Dilúvio. Mais detalhes da inciativa. que ainda está recebendo colaborações até o dia 16 de março, podem ser vistos AQUI.

 

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Mas essa história de captar e viabilizar financeiramente ideias e projetos, o conhecido crowdfunding, nasceu mesmo com o potencial de trocas e interação das redes sociais, como explica o coordenador do curso de Pós Graduação em Comunicação Digital da UniRitter, César Steffen . “Basta ter um projeto consistente, passar credibilidade e saber usar das redes sociais para chamar a atenção das pessoas. É possível financiar de tudo através do crowdfunding: peças de teatro, espetáculos de danças, softwares, produtos inovadores, shows, eventos, projetos de design, de moda ou de fotografia. As plataformas ofertam espaço para os mais variados formatos.”

As recompensas também marcam o diferencial dos projetos de crowdfunding. O retorno raramente é financeiro e varia conforme o valor doado. Ingressos gratuitos, citação de nomes nos créditos e exemplares são alguns dos formatos de recompensa.

 

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Muitos empreendedores, principalmente da área cultural, estão se beneficiando com esta possibilidade, que facilita a realização de projetos. “O grande benefício que se pode obter do crowdfunding é justamente a viabilização do projeto e a mobilização das pessoas para a ideia. Assim, antes mesmo de iniciar, um projeto já começa a ser divulgado, movimenta pessoas, os possíveis consumidores, e circula pela rede. Além disto, é menos arriscado do que buscar apoio no sistema bancário ou em cooperativas de crédito”, complementa Steffen.

Se você tem alguma inciativa e estava sem grana ou inspiração de como começar, agora já sabe. Mãos à obra!
😀

 

Fim de festa no maior evento do setor “tech” no Brasil

Pessoas e tecnologia estiveram reunidas durante cinco dias, em mais uma edição da Campus Party, em São Paulo. No total, 8 mil campuseiros e 6,2 mil barracas, 600 atividades e mais de 700 palestras. Haja disposição para curtir tudo isso!

O evento, anual, é realizado no Brasil e em diversos países. “O objetivo é ser um ponto de encontro de pessoas, principalmente os Nerds e Geeks, ligadas à área de tecnologia, entretenimento, Internet, design, espacial e outras relacionadas”, esclarece Átila Vasconcelos, coordenador da Faculdade de Informática da UniRitter.

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No encontro, teve espaço para tudo. Desde as tradicionais palestras e Workshops até os desafios e maratonas de programação e de produção de jogos digitais. Disputa de games, shows de drones e batalhas de robôs complementam o espetáculo.

Também foi a oportunidade de se mostrar para o mercado. “Um caráter importante da Campus Party é que ela tem um foco no empreendedorismo e na Inovação nos negócios. É na Campus Party que diversos projetos inovadores e empreendedores saem do papel. Diversas novas ideias podem ganhar vida”, comenta o professor.

 

Evento só para eles?

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O papel da mulher no campo da tecnologia também foi discutido. Para elas, as campuseiras e profissionais da área, foram dedicadas algumas atividades especiais, como o painel “Women in Tech”, que reuniu mulheres que estão no mercado para compartilharem experiências e dizer quais os principais desafios na carreira. a palestra de Melissa Devens, do projeto Women & Mozila (WoMoz. “A web tem que ser feita para todos. A mulher não tem que olhar e se sentir mulher, ela tem que se olhar e se sentir ela mesma”, afirmou.

 

Destaques 2015

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Alguns destaques de 2015 foram Paul Zoom, do famoso programa “O mundo de Beackman, Bas Lansdorp, criador da Mars One, projeto para levar pessoas à Marte (passagem só de ida). Também marcaram presença John Cioff, professor de Stanford e “Pai do DSL”, tecnologia de banda larga, Jonathan Leblanc, diretor do Paypal e Chris Anderson – autor do livro “A Cauda Longa”.

Mas, afinal, o que resume tudo isso? O professor Átila responde: “A Campus Party é ao final de tudo um grande caldeirão onde diversas tribos tecnológicas se encontram e se misturam para efervescer daí novas ideias”.

Ano que vem tem mais! Aos interessados, ainda há oportunidade de assistir as palestras da última edição. Só clicar AQUI.

 (Fontes: TechTudo/Campus Party/Exame)

Projeto do Samu Veterinário é aprovado em Porto Alegre

Ainda é um projeto, mas pode se tornar lei. O “Samu veterinário”,  aprovado na Câmara Municipal de Porto Alegre, prevê a criação de uma unidade móvel  para socorrer animais.

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A novidade pode trazer benefícios à comunidade. “A posse responsável, a domesticação de animais e o problema com abandono de animais na cidade de Porto Alegre são temas de gestão ambiental e responsabilidade social. Considero de suma importância melhorar a logística para os processos de resgate dos animais com risco iminente de morte ou daqueles pertencentes às comunidades de baixa renda”, diz a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da UniRitter, Viviane Guyoti.

Uma das justificativas do autor da proposta, o vereador Marcelo Sgarbossa, é atender a população de baixa renda e diminuir o número de bichos que corram risco de morte. Inspirado nos modelos bem-sucedidos de Florianópolis, São Paulo, Salvador e Recife, este projeto atende a um anseio das entidades de proteção que, ao denunciarem maus-tratos e abandono, eram, muitas vezes, ignoradas.

Constantemente, há diversos casos envolvendo animais envenenados, esfaqueados e atropelados que, sem a devida assistência veterinária, dificilmente terão suas vidas salvas e um destino digno.

Revista Universus é lançada por alunos da Comunicação

Pela primeira vez, os cursos de Comunicação Social da UniRitter desenvolveram uma revista totalmente produzida por alunos e professores. A edição pioneira da Universus conta com 90 páginas e 14 matérias. O periódico aborda assuntos variados como: comportamento, saúde, cultura, esporte, economia, entre outros.

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A equipe de jornalismo contou com a coordenação dos professores das disciplinas de Redação e de Projeto Experimental Revista, Robson Pandolfi e Rogério Grilho, respectivamente, que instruíram os acadêmicos do sexto semestre. “Foi uma experiência dentro do jornalismo interpretativo, o gênero proposto nesta revista. Eles conseguiram desenvolver ótimas matérias. Certamente, vão chegar bem ao mercado após essa experiência”, frisa Pandolfi. Além disso, as fotos foram realizadas pelos próprios alunos, com auxílio dos professores de Fotojornalismo.

Segundo Pandolfi, a revista foi planejada desde o início do segundo semestre do ano passado. Toda a semana eram realizadas reuniões de pauta entre professores e estudantes. “Fizemos assembléias para elencar os assuntos”, lembra. Os acadêmicos tiveram orientações como abertura de matéria e revisões textos. “No começo, os estudantes ficaram surpresos com o tamanho do texto que teriam que produzir. Mas entenderam que era necessária uma apuração mais criteriosa e conseguiram desenvolver ótimas matérias. Certamente, vão chegar bem ao mercado após essa experiência”, frisa.

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A reportagem de capa escolhida aborda histórias de pessoas cansadas de esperar pelas promessas do poder público, ocupando terrenos ociosos na cidade em busca de um lar. Assinada pelo estudante Leonardo Pujol, juntamente com as suas colegas Caroline Correa e Priscila Valério, a matéria teve cerca de 40 dias de apuração, com mais de 20 entrevistas. “A ideia foi fazer uma reportagem mostrando o lado B da situação, porque a mídia tradicional não trabalha sob o olhar dos direitos humanos”, comenta.

Outro destaque na Universus são os anúncios. Todas as peças publicitárias foram criadas pelos alunos do segundo semestre do curso de Publicidade e Propaganda. A professora responsável, Ana Carolina Dutra, comenta que cada estudante escolheu o tema do anúncio que mais lhe chamava a atenção. “Os alunos ficaram livres para criar e receberam as orientações necessárias. O resultado foi muito bom, principalmente por eles estarem recém iniciando a faculdade”, enfatiza.

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Além da versão online, a Universus terá uma tiragem impressa. A segunda edição está prevista para o final de 2015.

Agora, é acessar o site e conferir a revista prontinha! http://issuu.com/universus

Boa leitura!