Aluna da Psicologia participa do seriado “Animal” do GNT

Cursando o segundo semestre do curso de Psicologia da UniRitter, a aluna Caroline Rambo Mendes fez uma participação na estréia do seriado “Animal”, do GNT, que foi ao ar na última quarta-feira, dia 29. Formada no curso de teatro da Casa de Cultura Mario Quintana, a acadêmica – que atua há seis anos nas artes cênicas – fez o papel de uma garota de programa nesta trama. As reprises podem vistas na segunda-feira, às 15h; terça-feira, às 11h ou sábado 1h.

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Tendo como protagonista o ator Edson Celulari, o suspense foi gravado em Minas do Camaquã, no interior do Rio Grande do Sul. A busca pela cura de uma doença rara move o enredo de “Animal”, série semanal de 13 episódios. Também participam do seriado os atores Cristiane Oliveira e José Victor Castiel.

Caroline destaca que o curso de Psicologia tem lhe ajudado a atuar. “A psicologia auxilia na hora de improviso, contribui nas passagens dos textos”, comenta.

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Por enquanto, a estudante quer ainda seguir na carreira de atriz, realizando participações na TV, em videoclipes e em peças de teatro. “Sempre gostei de psicologia e estou amando a UniRitter. Num futuro próximo, a ideia é trabalhar na área”, projeta.

Para saber mais sobre a série, acesse o link

Música anima intervalo no campus

Róger Wiest e André Paz, componentes da banda Quiçá, Se Fosse, fazem-se presentes nessa semana de atividades da UniRitter, para tocar um pouco de sua música. Gaúcha? Pop? Rock? Como definir uma banda indefinível por si só? Segundo Róger Wiest e André Paz, o que caracterizaria seu estilo seria a música MPG (Música Popular Gaúcha), na qual é feita uma mistura de vários estilos musicais e colocada em um arranjo hindu. E foi sobre essa liberdade, de não apenas um único estilo e sim vários, que a banda Quiçá, Se Fosse surgiu, sem limites que os dissessem até onde ir.

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Foto divulgação.

A dupla já tem projetos chegando, como o “Serenata às avessas”, onde eles estarão tocando na sacada das casas de outras pessoas fazendo um show para a rua. “A ideia surgiu um dia em que nós estávamos ensaiando e percebemos que as pessoas paravam para olhar o ensaio pela janela”, explicou André Paz. O projeto, financiado pelo Fumproarte, estreia no dia 25 de outubro e acontecerá até o fim do ano, então quem sabe eles não aparecem na sua sacada pra tocar?

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Texto e fotos: Jean Padilha, aluno de Jornalismo
Supervisão Docente: Profª. Denise de Rocchi
Agência Experimental de Comunicação Integrada

SEPesq recebe um dos idealizadores da Constituição de 88

O auditório do prédio D estava completamente lotado e o clima era de total democracia. O advogado e jornalista, Fernando Ernesto Corrêa contou histórias dos bastidores de sua colaboração no processo da Constituição Federal de 1988. O evento ocorreu na última terça-feira, dia 22 e teve a mediação de Voltaire de Freitas Michel, professor do curso de Direito da UniRitter.

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A liberdade de imprensa ganhou destaque na palestra. “Não pode ter ninguém que possa cortar a sua liberdade. Tem que ser livre politicamente e economicamente”, destacou Corrêa ao falar sobre Comunicação Social e Constituinte. Corrêa atua na área de comunicação há 60 anos: “Eu trabalhei para manter a liberdade de imprensa e a constituinte foi uma escola pra mim”, completa.

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Antes do início da palestra, Corrêa e alguns convidados conversavam descontraidamente sobre política e futebol. Muito diferente do que acontecia na época da Constituição. “Os momentos foram todos complicados, eu vivi dois anos muito difíceis. Existia muita tensão”, afirmou Corrêa.

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O estudante do 8º semestre de Direito, Breno Feijó, estava na plateia e comentou: “É sempre de suma importância ter contato e entender o pensamento de quem faz Direito, e não só limita-se a aplicá-lo”. O mediador da palestra, Voltaire Michel, também falou sobre a participação de Corrêa no evento: “A amizade é um dos grandes capitais que temos”, afirmou o professor.

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Texto: Stheve Balbinotti, aluno de Jornalismo
Agência Experimental de Comunicação Integrada
Supervisão Docente: profa. Denise De Rocchi

Qualidade de trabalhos surpreende integrantes de bancas

A X SEPesq tem inúmeras sessões dedicadas a apresentação de trabalhos, a maioria de estudantes, avaliados por bancas. Para saber como está sendo o retorno desta atividade, tanto para alunos como avaliadores, nós conversamos com ambos para ter um vislumbre dos resultados dessa semana, que está apenas começando.

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Os alunos do curso de direito da UniRitter dizem aproveitar os benefícios trazidos pela SEPesq, tendo a oportunidade de passar e receber de seus colegas o conteúdo por eles trabalhados e de difundir informações. “Foi trabalhoso elaborar em poucas linhas o resumo de um conteúdo que ainda está em planejamento e é muito amplo. Foi um desafio!”, diz uma aluna após apresentação de seu projeto trabalhado dentro da área do direito ambiental.

Com um retorno gratificante por parte dos alunos, o avaliador e também advogado, formado na UniRitter, Rihan Salles dos Santos, diz estar satisfeito ao verificar a busca e o interesse dos alunos pelo conhecimento, com diversos assuntos de extrema relevância para os dias de hoje. Rihan teve suas expectativas superadas e está sendo surpreendido desde o primeiro dia pelas excelentes apresentações dos estudantes, pois, segundo ele, os alunos de graduação pesquisaram temas que sequer são abordados por alunos de pós-graduação.

Texto: Jean Padilha, aluno de Jornalismo e Profª. Denise De Rocchi
Supervisão docente: Prof.ª. Denise De Rocchi
Agência Experimental de Comunicação Integrada

Outubro Rosa é tema de palestra da X SEPesq na UniRitter

Pelo menos um terço dos cânceres poderiam ser evitados com a prevenção, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com a organização, 10 em cada 100 mulheres brasileiras podem ter câncer. No último levantamento do Instituto Nacional do Câncer (INCA), Porto Alegre aparece como a capital cuja proporção de novos casos de câncer é maior em relação à população feminina. Entre os estados brasileiros, o Rio Grande do Sul é o segundo em incidência desse tipo de tumor.

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Na manhã desta terça-feira (21/10), a médica e doutora em ciências biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Patrícia Ashton-Prolla apresentou a palestra intitulada: Oncologenética: Identificação de risco e prevenção do câncer: O exemplo do câncer de mama hereditário. O evento, no Campus Zona Sul da UniRitter, abordou as principais características e os avanços em relação ao câncer de mama. A programação é parte da 10ª Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação (X SEPesq). A Doutora Patrícia explicou como é feito o teste genético para a probabilidade de câncer hereditário. “Quando o teste genético resulta em positivo, a pessoa analisada tem maior risco de que o câncer persista após o diagnóstico. Isso não significa 100% de probabilidade de desenvolvimento de câncer. Já o teste que tem uma resposta negativa, coloca a pessoa na mesma situação de risco da população geral, mesmo que essa pessoa tenha diagnóstico de câncer no histórico familiar”, esclarece a doutora.

No final da palestra, Patrícia respondeu a perguntas dos alunos e de professores da UniRitter. Em uma das perguntas sobre o investimento dos testes genéticos, falou que os custos devem diminuir. “Os custos para fazer o teste, que chegam a R$4mil reais, estão caindo abruptamente nos últimos 10 anos e a meta do Governo Federal é baixar o custo para R$600 reais”, respondeu. Segundo ela, o teste é garantido por Lei da Agência Suplementar de Saúde, que regula os convênios médicos. “Os testes são cobertos pelos planos de saúde, basta apresentar um laudo de um geneticista que identifique a necessidade”, alertou a palestrante.

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Os alunos lotaram o auditório do prédio D para participar do debate e falaram sobre a palestra. Andressa Vasconcelos Barbosa, do 2º semestre de Enfermagem, contou um pouco do que aprendeu nesta manhã. “Tenho muitos casos de câncer na família e a palestra esclareceu algumas dúvidas que eu tinha a respeito do câncer hereditário. Também vi que o homem não está fora de risco e que tem que fazer os exames”.

Ricardo Machado, 5º semestre de farmácia, viu que é possível se prevenir desde cedo. “Achei muito interessante as formas de prevenção. Minha mãe teve câncer de mama e foi diagnosticada em um estágio já avançado, teve bons especialistas e acabou dando tudo certo. Meu tio também teve câncer, então como tenho alguns casos de câncer na família, vou procurar mais informações sobre os métodos de prevenção e sobre o teste genético”, contou.

Texto e Fotos: Leonardo Mayer, aluno de Jornalismo
Supervisão docente: Prof.ª. Denise De Rocchi
Agência Experimental de Comunicação Integrada

Não há fronteiras para a educação – X SEPesq

Não há fronteiras para a educação
Alunos da UniRitter conhecem oportunidades de intercâmbio

Já pensou realizar um intercâmbio? Você sabia que a UniRitter oferece esta oportunidade para os alunos? Na Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação (SEPesq) da UniRitter tivemos o evento Além das Fronteiras, que trouxe relatos de estudantes que já passaram por esta experiência e mostrou como os interessados podem se inscrever.

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Uma das alunas que participou e relatou sua vivência foi a estudante Thyene Moreira do curso Relações Internacionais: “Poderia ter escolhido ir para a Europa mas optei pelo Panamá, onde tive a oportunidade de estagiar na ONU, o que para mim foi o máximo. Ter vivido durante oito meses num país da America Latina, que é muito diferente do que a gente escuta, foi uma experiência marcante”, diz a estudante.

Os alunos interessados em participar e buscar esclarecimentos podem procurar o International Office. Segundo o coordenador do IO, Marc Deitos, o aluno pode participar de intercâmbios a partir do segundo semestre. O candidato deve se inscrever com aproximadamente cinco meses de antecedência e ao retornar, deve trazer seu histórico escolar e suas notas constando aprovação nas disciplinas cursadas.

O estudante também tem a opção de participar de um intercambio através do Ciências sem Fronteiras, explica o representante do programa na UniRitter, professor Josué Moller: “Desde 2012 até o primeiro edital deste ano, 32 alunos já tiveram bolsas concedidas pelo programa”, completa ele. Os editais para inscrição são abertos duas vezes por ano.

O evento teve ainda a apresentação do Laureate English Program (LEP), que permite aos estudantes aprimorar o idioma. A coordenadora do LEP, Rossana Kramer, explica que o curso é semi presencial: o aluno assiste duas horas semanais de aula e estuda mais três horas em plataforma EAD. Mais informações podem ser encontradas no site www.uniritter.edu.br/lep/.

Texto e foto: Cassiano Teixeira e Francielle Martins, alunos de Jornalismo
Supervisão docente: Prof.ª. Denise De Rochi
Agência Experimental de Comunicação Integrada

Diversidade, empreendedorismo, inovação e transformação:

Diversidade, empreendedorismo, inovação e transformação. Estas são as palavras-chave da X Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação do Centro Universitário UniRitter, que começou nesta segunda-feira. A X SEPesq tem uma grande programação cultural, além da apresentação dos trabalhos acadêmicos de alunos e professores de diferentes cursos em dezenas de sessões temáticas.

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No primeiro dia, o ponto alto foi a cerimônia de abertura, seguida pela inauguração da exposição em homenagem aos 50 anos da FAPERGS, órgão estadual de fomento à pesquisa. A pró-reitora de extensão Márcia Santana Fernandes destacou a participação de estudantes da UniRitter na preparação do evento.

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A X SEPesq prossegue até sexta-feira. Clique no Campus e confira a programação completa: Programação X SEPesq
Campus Porto Alegre
Campus Canoas

 

 

Alunos ampliam conhecimento sobre animais na I Semana Acadêmica da Medicina Veterinária

Ser veterinário vai muito além do tratamento de animais de estimação. É um profissional que cuida da produção e da saúde animal, da segurança alimentar de humanos e da saúde pública. A I Semana Acadêmica da Medicina Veterinária da UniRitter teve como premissa ampliar essa visão dos estudantes. O evento ocorreu durante os dias 13 e 14 de outubro, no auditório Master do Campus Zona Sul.

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Num total de 15 palestras, o encontro teve apresentações com os professores da UniRitter Anilce Bretas, Cristiano Feltrin, Isabel Cristina Mello da Silva e Karla Moresco. O evento também contou com a participação de especialistas de várias áreas, que abordaram práticas tanto em animais domésticos como à campo.

Um dos responsáveis pela organização da Semana Acadêmica, o professor Igor Miranda, lembra que a maioria dos estudantes que ingressam na graduação vem pelo amor aos animais. “Esta adoração vem associada muito aos cães e gatos, até porque estão mais presentes no nosso cotidiano. No entanto, o evento esclareceu dúvidas do mercado veterinário e o quanto ele pode ser explorado”, destaca o professor.

Com o tema “Vivência de um veterinário de animais silvestres”, a palestra do veterinário e consultor do Zoo Canoas, Elisandro Oliveira dos Santos, foi voltada ao trabalho realizado na reabilitação de fauna. Segundo o especialista, são encontrados, neste zoológico, animais feridos, órfãos ou impossibilitados de deslocamento. “É preciso unificar o conhecimento técnico com respeito ao meio ambiente, bem estar do animal e ética profissional”, relatou sobre como atuar com estas espécies.

Com grande participação nos dois dias da Semana Acadêmica, as alunas do terceiro semestre de Medicina Veterinária, Ana Paula Azolin e Débora Coutinho, saíram satisfeitas com os conhecimentos adquiridos. “Pude esclarecer dúvidas de duas áreas as quais mais gosto, os equinos e os felinos”, disse Ana. Para Débora, a palestra “Quiropraxia e reabilitação de equinos” foi a que mais chamou a atenção. “Gosto desta espécie e é a qual pretendo trabalhar profissionalmente”, conta.

Para a coordenadora do curso de Medicina Veterinária, Viviane Guyoti, o resultado do evento foi muito positivo. “A comissão de alunos e o professor Igor organizaram a Semana Acadêmica de forma brilhante e dedicada”, enfatizou.


Medicina Veterinária da UniRitter é destaque!

Você viu? O curso de Medicina Veterinária foi destaque na Zero Hora de hoje. A publicação abordou o viés tecnológico que a Vet (forma carinhosa conhecida pelos nossos alunos) da UniRitter propicia aos seus discentes.

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Aqui na UniRitter os estudantes tem contato com órgãos em realidade aumentada, propiciando uma série de interações que, modelos anatômicos não permitem, permitindo assim, junto com os modelos mais tradicionais, um profundo conhecimento de anatomia.

Confira aqui, a matéria completa.

Coordenador de RI da UniRitter avalia o Clinton Global Initiative 2014

Ações assumidas pela sociedade civil, identificação de problemas globais, benefícios para as empresas contribuírem com programas de desenvolvimento econômico e social e as metas de responsabilidade social para as empresas. Estes foram alguns dos focos da décima edição do Clinton Global Initiative 2014, ocorrido em Nova Iorque, com transmissão ao vivo via satélite nos campi Zona Sul e Canoas da UniRitter. Para o coordenador do curso de Relações Internacionais, Marc Deitos, este foi um momento especial o qual reuniu grandes empresas e líderes políticos que querem modificar o mundo. “Os alunos da UniRitter tiveram uma grande oportunidade de saber como corporações podem ter um impacto relevante para a sociedade. Fora entender como estão sendo realizadas as ações práticas em países subdesenvolvidos e que estão fazendo a diferença”, comenta.

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Um dos casos mais interessantes lembrado por Deitos foi o da Nigéria. Na apresentação da Ministra de Finança, Ngozi Okonjo Iweala, foi relatado que muitas pessoas daquele país não possuíam carteiras de identidade. Em uma ação com uma empresa de cartões de crédito, a população teve acesso à identificação, bem como aos benefícios oferecidos pelo governo nigeriano.

No evento, o ex-presidente dos Estados Unidos, chanceler honorário da Laureate International Universities e fundador da CGI, Bill Clinton, destacou que os resultados conseguidos pela instituição são frutos do compartilhamento de sucessos e de responsabilidades. Já no discurso do atual presidente norte-americano, Barak Obama, foi reforçado que é obrigação dos líderes criar nações livres. “Se você quer um país forte, é preciso ter uma sociedade civil igualmente forte”, enfatiza.

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Mais sobre o Clinton Global Initiative (CGI)

Fundado em 2005 por Bill Clinton, para integrar a Fundação Clinton, o Clinton Global Initiative (CGI) reúne líderes globais para criar e implementar soluções inovadoras destinadas aos desafios mais urgentes do mundo. As reuniões anuais do CGI já congregaram mais de 180 chefes de Estado, 20 ganhadores do Prêmio Nobel e centenas de CEOs, diretores de fundações e de ONGs, grandes filantropos e representantes da mídia. O CGI ajuda seus membros a se conectarem, a colaborarem entre si e a fazerem reais e mensuráveis os compromissos com a ação.