Adeus Orkut…

Foi lá no longínquo 2004, há exatos 10 anos, mas parece que foi um século, que nascia a rede social que foi amada, odiada e serviu de alicerce para toda uma geração de internautas brasileiros.

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A primeira rede social do gigante Google e de muitos brasileiros foi idealizada para atingir principalmente o mercado americano, tanto que sua sede ficou instalada na Califórnia até 2008, quando foi transferida para a batuta da sede tupiniquim do Google. A mudança ocorreu devido a baixa adesão dos norte-americanos e a forte presença de brasileiros e indianos. Por aqui, o Orkut já tinha cerca de 40 milhões de cadastros e ficou soberano até ser ultrapassado pelo Facebook em 2012.

Como hoje é o dia do último suspiro do Orkut, separamos uma série de dicas para você salvar as suas memórias do nosso amado Orkut, acesse o link e confira.

Estudantes da Arquitetura e Urbanismo preparam evento de integração para alunos

Um evento concebido e pensado para integrar os alunos. Essa foi a proposta da Semana Acadêmica de Arquitetura e Urbanismo da UniRitter que reuniu acadêmicos de todos os semestres e turnos. Foram cerca de 450 inscritos no total.

Semana Arquitetura e Urbanismo 2014

Sempre contando com quatro eventos simultâneos, foram 16 palestras, 14 oficinas e uma visita à Vila Flores – um centro de cultura, educação e negócios criativos, que fica situado em Porto Alegre. “O empreendimento está passando por uma restauração diferenciada, sendo um ótimo campo de estudo na área da arquitetura”, diz João Pedro Lopes Pereira, membro da comissão organizadora e estudante do 7º semestre. Além disso, para descontrair, foi criado o momento “Zoeira”, no qual os participantes, entre uma atividade e outra, podiam relaxar, ver filmes, bater um “papo de boteco” ou fazer um lanche.

Dentre as oficinas, a de graffiti, ocorrida no muro do pátio junto à Maquetaria, foi uma das que teve maior público. Os alunos puderam aprender e desenhar neste estilo de arte de rua.

Como a proposta da Semana era de criar um vínculo maior entre os estudantes, não foi diferente com a formação da comissão. Conforme lembra a aluna do 5° semestre, Gabriela Escobar, a maioria dos acadêmicos se conheceu neste semestre e já tiveram um ótimo entrosamento. Juntamente com a sua colega de organização, Milena Gravina, do 8°, as acadêmicas estavam atentas aos detalhes, circulando pelos andares e corredores da UniRitter e verificando se as ações estavam bem arquitetadas. Já Amanda Faraco, do 4º, coordenava e auxiliava a entrada dos alunos nas palestras. “A nossa ideia foi de convidar profissionais da área com cases bem sucedidos, com o intuito de abordar propostas abrangentes ao público”, explica.

Como resultado, as impressões da iniciativa foram muito favoráveis. Larissa Amorim Godoy e Franciele Rafael Mendes, ambas no 6º semestre, elogiaram esse contato tanto com outros alunos, como com profissionais da área. “Percebi que cada turno possui pontos de vistas diferentes, formas de buscar conhecimento e lugares para trabalhar”, comenta Larissa. Já Franciele afirma que as palestras mostraram as dinâmicas dos escritórios, as quais são bem variadas.

As atividades da Semana Acadêmica aconteceram entre os dias 23 e 24 de setembro, todas organizadas e programadas pelos próprios alunos.

Um menino de 15 anos que superou 15 mil fotógrafos.

O garoto de 15 anos, David Uzochukwu, recentemente foi premiado como O Fotógrafo EyeEm do ano de 2014, superando 15 mil competidores de todo o mundo.

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Foi com o auto retrato chamado “Cry me a River” que ele deu início a um projeto pessoal que consiste em fazer uma foto por dia. Ter o período restringido a um tempo curto fez com que ele aguçasse o seu olhar e desenvolvesse seu lado criativo. E o resultado? Por dois anos seguidos David trabalhou em cima deste projeto e nos brindou com lindas fotografias que incorporam belas cores, detalhes, histórias, movimentos e lindas pessoas.

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A sensibilidade do garoto fez com que ele criasse em cada foto narrativas sensíveis, maduras, diversificadas e ao mesmo tempo mágicas.

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Lupicínio 100 anos

Há exatos cem anos nascia em Porto Alegre um dos maiores expoentes do samba brasileiro. Isso mesmo, aqui na capital dos gaúchos, Lupicínio Rodrigues ou simplesmente Lupe, começava a dar seus primeiros passos na vida e na música. Autor de marchinhas de carnaval e sambas-canção, músicas que falam de sentimento, principalmente sobre a melancolia por um amor perdido. Foi o inventor do termo dor-de-cotovelo, que se refere à prática de quem crava os cotovelos em um balcão ou mesa de bar, pede um uísque duplo, e chora pela perda da pessoa amada. Constantemente abandonado pelas mulheres, Lupicínio buscou em sua própria vida a inspiração para suas canções, onde a traição e o amor andavam sempre juntos.

LUPICINIO-RODRIGUES

Torcedor do Grêmio, em 1953, compôs uma marchinha em homenagem ao seu time do coração com os “Até a pé nós iremos / Para o que der e vier” em referência há uma greve de bondes que ocorria em Porto Alegre. Mais tarde a música virou hino do Grêmio.

Separamos algumas das principais músicas deste poeta da melancolia:

 

 

 

Me formei na escola e agora?

Qual será a carreira que devo seguir? Como irei me qualificar profissionalmente? Como está o mercado de trabalho atualmente? Estas são dúvidas frequentes de jovens que estão finalizando o Ensino Médio. Estudantes de 90 escolas públicas e privadas de Porto Alegre e Região Metropolitana tiveram a oportunidade de interagir com o mundo acadêmico e tirar dúvidas com professores e alunos da UniRitter na terceira edição da Feira das Profissões, ocorrida no Campus Zona Sul, neste mês de setembro.

Foram 33 oficinas, todas simultâneas, que funcionaram de forma prática. Além disso, a UniRitter, por meio do International Office, apresentou aos jovens a importância de adquirir experiências no exterior.

Para muitos destes estudantes, a Feira das Profissões foi o primeiro contato com a vida universitária. Como os casos de Luana Dias de Souza (18) e Débora Schiomi (18), do Colégio Japão, que acompanharam a oficina de Design de Moda. Entre os ensinamentos, tiveram noções de costura de mão. “Gostei muito da professora e a aula foi bem interativa”, destaca Luana.

Luana Dias de Souza e Débora Schiomi.

Luana Dias de Souza e Débora Schiomi.

Na Arquitetura, os alunos conheceram como são desenvolvidos os desenhos arquitetônicos e as maquetes. Estas experiências foram vividas por Lucas Iankoski (17) e Eduarda Spiering (17), ambos da Escola Santos Dumont. “Estou interessado em Engenharia Civil, gostei muito da oficina. Esta de arquitetura também me agregou outros conhecimentos”. Para Eduarda, que passou pelas de Nutrição e Engenharia Mecânica, após conhecer mais sobre Arquitetura, definiu que prestará o vestibular para esta graduação na UniRitter no próximo ano.

Lucas Iankoski e Eduarda Spiering.

Lucas Iankoski e Eduarda Spiering.

Na oficina de Estrutura e Função, os estudantes puderam conhecer as técnicas avançadas de Bodypaiting e Bodyprojecting. Estas práticas utilizam modelos humanos vivos e facilitam o aprendizado. Para Matheus Miranda (17), da Escola Ernesto Dorneles, que pensa em fazer um curso na área da saúde, a fisioterapia virou uma ótima opção. “Foi muito interessante saber como funciona os músculos por dentro. Esta aula me impressionou muito”, reforça.

Matheus Miranda

Matheus Miranda

Na Feira de Profissões, o envolvimento dos acadêmicos da UniRitter foi fundamental, principalmente para transmitir seus conhecimentos de como são os estudos e o mercado de trabalho. Cursando o 4º semestre de Design de Games, Fernanda Padilha foi uma das monitoras que solucionou muitas dúvidas dos jovens. “Foram perguntas como se é preciso saber desenhar, dominar o idioma inglês, além da remuneração após a graduação. Foi importante para desmistificar que não é impossível trabalhar na área”, ressalva.

Fernanda Padilha

Fernanda Padilha

Ajudando a demonstrar como se operam as máquinas industriais, Gidião de Castro e Camila dos Santos, ambos no 3º semestre de Engenharia Mecânica também esclareceram questionamentos. “Explicamos como se inserir no mercado e as áreas de atuação. Também falamos sobre as principais atribuições realizadas por um engenheiro mecânico”, comenta Camila.

Gidião de Castro e Camila dos Santos

Gidião de Castro e Camila dos Santos

Aos 86 anos, morre o designer brasileiro Sergio Rodrigues

Um dos maiores nomes do design brasileiro, o arquiteto e designer carioca Sergio Rodrigues morreu nesta segunda-feira (1º/9) em sua casa, em Botafogo, no Rio de Janeiro. O motivo da morte não foi divulgado.

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Formado em 1951 em na faculdade de arquitetura da Universidade do Brasil – FNA, no Rio, Sergio se destacou por seu trabalho focado em interiores, criando móveis com traços únicos, reconhecidos internacionalmente. É frequentemente citado como sendo um artista da madeira.

Uma de suas peças mais conhecidas é a poltrona Mole (1957), com madeira jacarandá e estofamento em couro, vencedora de prêmios da área do design e exposta no Museu de Arte Moderna de Nova York. É um sucesso de vendas até os dias de hoje.

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Outras famosas criações são a poltrona Tonico (1963), feita para a empresa Meia-Pataca, com cintas ajustáveis e almofada para apoio do pescoço. Também a poltrona Leve Kilin PL-104 (1973) é um dos destaques de sua carreira: foi premiada pelo Instituo de Arquitetura do Brasil em 1975.

Um ano antes da Mole, havia criado duas outras cadeiras igualmente famosas até a atualidade: a CD-7 (ou Lucio Costa, assim apelidada em homenagem ao arquiteto, um grande parceiro do trabalho de Sergio), com assento de palhinha, em madeira maciça torneada, e a PL-, que se chamava Jockey e foi rebatizada de Oscar porque Niemeyer fez as primeiras encomendas da peça quando a viu à venda.

Sergio deixa viúva Vera Beatriz. Ele completaria 87 anos no dia 22 de setembro.

Fonte: Zero Hora