Você já sabe o que quer ser
quando crescer?

Quando estamos no ensino fundamental, uma de nossas ânsias é chegar no ensino médio. Nem imaginamos que com ele também vem a pressão da escolha do profissional que seremos “para o resto de nossas vidas”. Para alguns a decisão acontece de uma forma muito tranquila, para muitos nem tanto. Afinal de contas, como ter certeza sobre qual profissão seguir quando se tem 17 ou 18 anos?

Escolhendo o curso certo

O mais importante é saber que a primeira opção nem sempre é a escolha definitiva, que podemos mudar caso o curso não venha de encontro ao que queremos para o nosso futuro. Contudo, há algumas dicas que podem ser aplicadas antes da decisão e que ajudam na assertividade da carreira:

  1. Procure fazer o que você gosta ou a área com a qual você mais se identifica.
  2. Caso você goste de muitas áreas, busque por cursos que tenham mais a ver com as suas aptidões.
  3. Pesquise sobre o curso que você deseja ingressar: as possibilidades de carreira, salários, mercado de trabalho e não esqueça de dar uma olhada na grade curricular, é nela que consta a composição das disciplinas e que pode também lhe ajudar na hora de descartar algum curso.

Back view portrait of a female student walking in the city park outdoors

Em novembro do ano passado, a revista Ensino Superior trouxe dados sobre a escolha do curso. Através de uma pesquisa respondida por jovens de todo o país, se constatou que por mais que a escolha seja composta por uma série de aspectos, o principal continua sendo vocação, seguido por mensalidade, salário e proximidade à faculdade.

31,3% afirmaram que a aptidão foi o aspecto decisivo na eleição da carreira.
16,4% apontaram o valor da mensalidade como o motivo central.
13,8% responderam que o salário foi o critério de escolha.
11,1% optaram pela proximidade da faculdade

E depois que inicia o curso, como faz? Depois de ingressar na universidade é possível “testar” a teoria na prática através de estágios, grupos de pesquisas, trabalhos voluntários entre outros que oportunizam o seu encontro com o mercado de trabalho e consequentemente a ter mais certeza se esta foi a escolha acertada ou não.

Um centro para o bem-estar animal

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Inaugurado em 2016, o Centro de Saúde Veterinária UniRitter abriu suas portas com a proposta de ser uma referência nacional na prestação de serviços veterinários para pequenos animais. Para isso o local oferecerá especialidades clínicas veterinárias para consultas específicas, análises complementares e espaços privativos para diferentes espécies. Como também equipamentos modernos e sofisticados, com a preocupação em focar o animal de forma integral e não apenas parcialmente no momento da doença.

Dia Love Pets

Entre as atividades que o espaço realizou, uma delas foi a ação “Dia Love Pets” com atendimento clínico básico, desverminação e vacinação. Foram mais de 200 animais atendidos, de forma voluntária, pelos alunos do curso de Medicina Veterinária da UniRitter.

O Centro é destinado às aulas práticas, atividades de pesquisa e extensão e campo de estágio para os alunos da graduação. Muitos estudantes já estão aprendendo na prática, proporcionando os primeiros contatos com o público.

Durante o evento, que ainda contou com uma feirinha de adoção de cães e gatos, a comunidade pode conhecer  a estrutura oferecida pelo local: “É um espaço com equipamentos modernos, com três salas cirúrgicas completas e de tecnologia ponta. Com isso, garantimos um atendimento de excelência”, explicou a professora do curso de Medicina Veterinária, Mariana Teixeira. Maria Regina da Silva, tutora do cãozinho Nick, foi uma das pessoas que passou por lá e pode conferir de perto o atendimento prestado pelos alunos.

A evolução da Medicina Veterinária

O cuidado especial para assegurar o bem-estar e saúde dos pets também se reflete na evolução da Medicina Veterinária, que vem se desenvolvendo tanto na parte da tecnologia, como na capacitação em relação a procedimentos de diferentes complexidades. No campo profissional são várias possibilidades de atuação, como explica a coordenadora do curso, Viviane Guyoti.

Além disso, o ambiente contribui para que a população tenha acesso a serviços de qualidade, salvando diversas vidas animais.

 

5 coisas que você pode fazer com a sua nota do ENEM

  1. VIR ESTUDAR NO LUGAR DOS INQUIETOS E TER UM DESCONTO LEGAL
    Você garante 70% de desconto na primeira mensalidade e mais bolsa conforme a sua nota:

    • 20% Nota a partir de 450
    • 30% Nota a partir de 500
    • 50% Nota a partir de 650

    Unr
    Ah, e tem mais. Quem fez matricula com o boletim de 2015, se melhorar a nota em 2016 pode aumentar o desconto de acordo com a escala.

  2. FAZER SUA MATRÍCULA E GANHAR UM COOLER
    Fala sério, fazendo sua matrícula na UniRitter você ganha um cooler para curtir este verão numa nice, tirando onda na praia, na piscina ou no churras com os amigos. Se liga que para garantir o cooler a matrícula deve ser efetuada de 26 a 30 de Janeiro de 2017 😉 ATENÇÃO para os dias e horáios: 26/01 e 27/01 (das 9h às 22h), 28/01 (das 9h às 15h), e 30/01 (das 9h às 22h).unrcooler
  3. POSTAR NO INSTAGRAM E GARANTIR MUITOS LIKES
    Se você não recebe muitas visitas em casa, ainda tá valendo postar uma foto em seu Instagram com seu boletim de desempenho no ENEM. O engajamento orgânico é garantido.unrinsta
  4. GARANTIR UNS MIMOS DOS SEUS PAIS
    Não tem nada melhor do que pais orgulhosos, né?! Sempre vale dar aquela refrescada na memória deles e lembrar como sua nota foi boa. Provavelmente você poderá ser liberado das tarefas da casa pelo menos durante as férias de verão e curtir uma folguinha ao lado deles.unrpais
  5. REUNIR OS AMIGOS E COMEMORAR COM UMA FESTA
    Chama os amigos todos e façam uma festa para extravasar a alegria de ter tirado uma boa nota no ENEM. A decoração pode ser inspirada nos momentos de tensão, estudo e alegria após o resultado.

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Um dia que o Campus vira uma série de hospital

Pacientes com diferentes doenças crônicas chegando a um hospital e profissionais da área médica, com a capacidade de elaborar excelentes diagnósticos, tomam decisões que salvam diversas vidas. Esse parece ser um roteiro de um seriado médico, como: Grey’s Anatomy, House ou ER. Na realidade, é o que acontece na Ação de Simulação Interprofissional da Faculdade de Ciências da Saúde da UniRitter. Nessa atividade, os alunos dos cursos dos últimos semestres de Biomedicina, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia, Nutrição e Psicologia vivenciam na prática o “Hospital UniRitter”.

Por um dia, o segundo andar do prédio C do Campus Zona Sul se transforma em um ambiente hospitalar, com situações comuns em uma emergência e em unidades de tratamento intensivo. Os estudantes são divididos em equipes multiprofissionais com integrantes de todas as áreas, contando com a supervisão de professores para o atendimento de patologias em ações específicas de suas profissões.

Experiências inéditas para os alunos

Com essa atividade, os estudantes podem para praticar habilidades técnicas, cognitivas, psicomotoras, de relação interprofissional e afetivo-comportamental. A estrutura do local conta com laboratórios da saúde, simulando unidades de atendimento de emergência e UTI; laboratórios de análises clínicas e de imagem e centro de misturas intravenosas. Nessa ação, são dez pacientes simulados, entre atores e manequins robotizados, cada um com diferentes necessidades.

Os pacientes podem ter auxílio em acidentes e internações, com atendimentos realizados por psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e diversos outros profissionais da área da saúde. Os atores também atuam nas equipes, simulando situações de atrito e stress gerados pela rotina de trabalho de um hospital.

Teoria acadêmica em prática

A metodologia ativa, um dos focos dos cursos da UniRitter, é um dos princípios que pautam a atividade. Para os alunos, a ação possibilita a consolidação da aprendizagem, permitindo desenvolver os procedimentos sem expor o paciente e melhorando a confiança na realização das técnicas para as práticas reais. Além disso, favorece a segurança na tomada de decisões.

Outro benefício da ação é preparar os acadêmicos para o exercício técnico e intelectual de sua profissão, pautado nos preceitos da bioética e relação interprofissional.

Como diria Dr. House: “ganhe o respeito dos demais tendo a ousadia de ser você mesmo.”

TOP 7: O que fazer nas férias

Hora de férias e de mais tempo livre para relaxar e recarregar as energias! Evite o tédio e faça que seus dias de descanso sejam muito bem aproveitados com essa listinha básica de dicas:

  1. Faça uma viagem:

    Parece um pouco óbvio, mas viajar é muito sinônimo de férias! Pode ser a realização daquela viagem planejada há meses ou um final de semana na praia. Também vale um passeio diferente como acampar. Aproveite que está de férias e saia da rotina!

  2. Cuide da hidratação e lembre-se que o Bial já dizia: “Mas no filtro solar acredite.”

    Hidrate-se! Não corra risco de cortar a vibe da galera por não beber água!

    Em épocas de “Forno Alegre” (como fica conhecida nossa Capital nos dias de verão), lembre-se da hidratação. Beba bastante água e quando se expor ao sol não esqueça do filtro solar.

  3. Netflix, ai o Netflix:

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    Lembra daquelas séries ou filmes que você quis muito assistir durante o ano e não conseguiu por causa das provas,  trabalhos e aulas? Chegou a hora de recuperar! Reserve um dia (dois, três ou mais), prepare a pipoca e aproveite!

  4. Desperte o espírito cozinheiro que existe dentro de você! Comidinhas + “bons drinques”:

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    Tá certo que nós ousamos na proposta, mas vai que cola, né?!

    Experimente chamar os amigos ou aquela companhia especial (mozão) e prepare uma receita digna de MasterChef (ou quase)! Se jogue naquelas receitas rápidas e fáceis que rolam na nossa tão amada internet!

  5.  Mexa-se:

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    Corrida, caminhada, yoga, andar de bicicleta, jogar vôlei, jogar futebol, alongamento, dança, crossfit…ufa!! São várias opções para quem ficou adiando. Tenha mais tempo e menos preguiça!

  6. Aprenda algo novo:

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    Não é só de descanso e de “vida boa na lagoa” que a gente vive, né? Se você aproveita as férias para aprender coisas novas, faça algum curso diferente, que possa te ajudar no trabalho ou nas aulas: vale idiomas, pintura, fotografia, etc. Ah, e o melhor: muitos valem para as tão faladas “ Atividades Complementares”. Aproveite que você têm um tempinho a mais e invista em aprendizado!

  7. E por fim, planeje-se! Inicie o ano letivo com o pé direito:

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    Dia 06/03 iniciam as aulas 2017/1! Já sabe qual o seu meio de transporte para as aulas: Bus? Carro? Bicicleta? Já sabe os horários de funcionamento dos campi e da biblioteca? Onde fica o bar e o xerox? Para quem está chegando no mundo dos inquietos AQUI você vai encontrar as principais dicas para se localizar nesse universo. Seja bem-vindo, estamos ansiosos para te ter por aqui!

Conscientizar para transformar:
ação da Engenharia Ambiental e Sanitária forma jovens eco educadores

Dificuldades estruturais, falta de saneamento básico e ausência de hábitos de conservação do meio ambiente são problemas recorrentes em muitas comunidades carentes nas regiões metropolitanas. Para iniciar uma mudança na comunidade do entorno da instituição, o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da UniRitter criou o projeto de extensão Eco Educadores.

Com o objetivo de estimular a atuação de agentes de transformação da realidade socioambiental da comunidade, o projeto envolve a participação de professores, acadêmicos e alunos da rede de ensino pública nas proximidades da UniRitter.

Atualmente, fazem parte do projeto alunos da faixa etária entre 9 até 18 anos das escolas estaduais Paul Harris, Almirante Álvaro Alberto e Tom Jobim e das escolas municipais Vereador Martim Aranha e Loureiro da Silva. As escolas indicam seis agentes ambientais e os estudantes têm encontros semanais na UniRitter. O grupo depois relata suas atividades, conta sobre o andamento do projeto e também orienta sobre como participar de melhorias ambientais no contexto escolar.

Atividades para refletir sobre o meio ambiente

As atividades visam o emponderamento das crianças, para buscar de forma colaborativa com os acadêmicos e os professores a solução para os problemas socioambientais da comunidade. Primeiramente, é realizado um diagnóstico socioambiental, a partir da visão dos estudantes. Os jovens realizam entrevistas com moradores, usam ferramentas de geoprocessamento, elaboram mapas e maquetes do território e participam de oficinas sobre gerenciamento de resíduos sólidos e esclarecimento sobre legislação ambiental.

“Queremos colaborar na construção de novas competências dos estudantes da rede pública do entorno do campus Zona Sul da UniRitter, visando à formação de eco educadores, que irão atuar na multiplicação de boas práticas de conservação ambiental em sua comunidade”, destaca o professor John Würdig, coordenador do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e do projeto.

Primeiros resultados e planejamento para o futuro

O diagnóstico realizado pelos participantes foi apresentado no 1º Diálogo Temático do Projeto Eco Educadores no qual as lideranças comunitárias, os patrocinadores do projeto e a comunidade acadêmica conheceram os resultados dos encontros. No evento, foi elaborado um plano de ação, com objetivos, metas e medidas para iniciar um planejamento para a reversão do cenário de disposição de resíduos sólidos na comunidade.

Além dos resultados que beneficiam a população e as crianças envolvidas, o projeto também é uma oportunidade diferenciada para os acadêmicos bolsistas de extensão. É o que destaca Patrícia Antunes Russo, estudante do 8º semestre do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. “O Eco Educadores nos permite o contato direto com a realidade socioambiental de uma comunidade real, o que é uma oportunidade ímpar em meio ao curso”, comenta.

 

Como a EXTENSÃO COMUNITÁRIA
pode ajudar a fortalecer a
EDUCAÇÃO SUPERIOR

Prof. Bárbara Souza Costa - Doutora em Direito e Pró-Reitora Acadêmica da UniRitter. Foto: Reprodução

Prof. Bárbara Souza Costa – Doutora em Direito e Pró-Reitora Acadêmica da UniRitter. Foto: Reprodução

“Vivemos em um mundo complexo, repleto de riscos, incertezas e paradoxos. Os ideais de ordem, estabilidade e segurança não mais atendem às necessidades de um mundo que vive em constantes transformações. A formação voltada apenas para a técnica não é suficiente para enfrentar os desafios de uma era planetária. Adotar somente concepções que sejam práticas individualistas significa desconsiderar a conexão existente entre sujeitos que atuam em rede (local ou globalmente). Nesse contexto, faz-se necessário atribuir um novo papel às instituições de ensino superior, alterando-se a concepção paradigmática tradicionalmente existente na Academia.

Para além da redefinição epistemológica a respeito do tema (apresentada na obra de Edgar Morin e outros), destaca-se o importante papel da Universidade na formação cidadã dos estudantes. Por meio da extensão comunitária, os acadêmicos desenvolvem um olhar mais contextualizado do saber produzido no ambiente universitário, oportunizando-lhes uma compreensão mais clara a respeito do seu papel na sociedade.

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A universidade como fomentadora da inovação tecnológica e social

Prof. Dra. Daniela Horta

Prof. Dra. Daniela Horta

A Profª. DrAª. Daniela Horta, professora da Faculdade de Comunicação e do curso de Administração da UniRitter, falou sobre Inovação para a coluna UniRitter em foco da versão impressa do jornal Zero Hora de hoje!

“Você já percebeu que algumas empresas apresentam novos produtos constantemente? Isso ocorre pelo fato de vivermos em um ambiente altamente competitivo, o que leva as organizações a apostarem na inovação como uma forma de se diferenciarem de seus concorrentes e, assim, assegurarem vantagens competitivas.
A palavra ‘inovar’ deriva do latim in + novare, que significa renovar ou alterar, e ela está intimamente ligada à criatividade. Enquanto a criatividade pode ser compreendida como a geração de ideias, a inovação é a implementação dessas ideias, de modo a obter um retorno econômico. Mas, para que isso aconteça, é importante ter um espírito empreendedor. De acordo com um estudo realizado em conjunto pelo Sebrae e a Endeavor (2016):

6% dos universitários brasileiros
já são empreendedores e outros
21% pretendem empreender no futuro.

Isso significa que 1 em cada 4 alunos
tem ou quer ter um negócio.

Esse interesse parece estar relacionado com o fato das universidades ofertarem uma educação mais empreendedora por meio de disciplinas que instigam os alunos a considerarem o empreendedorismo como uma opção de carreira. Além disso, elas incentivam projetos transdisciplinares que auxiliam os discentes a encontrem futuros sócios, parceiros e até mesmo investidores, fazendo com que ideias geradas em sala de aula saiam do papel e promovam o desenvolvimento econômico da cidade e região.

Um bom exemplo disso é um projeto que surgiu em uma disciplina do curso de Nutrição do Centro Universitário Ritter dos Reis. Nele, os alunos deveriam propor pratos nutritivos que seriam comercializados congelados. Para criar o protótipo e as estratégias de marketing, eles se uniram a alunos e professores de outros três cursos: Design de Produtos, de Relações Públicas e da Publicidade e Propaganda. Observa-se nesse caso, que as universidades devem estar muito atentas às necessidades da comunidade para desenvolverem ações que estejam sempre alinhadas com a demanda dos universitários e do mercado”.

Realidade virtual: uma tecnologia presente no dia a dia das pessoas

Mesmo existindo há décadas e imergindo nos anos 1990, a realidade virtual está em grande expansão e, cada vez mais, presente no cotidiano das pessoas. É o que aponta a coordenadora do curso de Design de Games da UniRitter, Isabel Siqueira da Silva. Segundo a professora, os serious games, jogos voltados à educação ou ao treinamento em algum contexto específico, como, por exemplo, para treinar especialistas da área da saúde, vem se difundindo com bastante intensidade no Brasil.

Aliados a esse crescimento da realidade virtual, empresas como Samsung, Sony e Google oferecem uma extensa variedade de óculos 3D. Alguns deles com baixo custo, como é o caso do Google Cardboard, feito de papelão, vendido por apenas R$ 35,00.

Preparados para atender este tipo de demanda, alunos e professores do estúdio de jogos SquarePix e do GameLab, ambos localizados no Campus Zona Sul da UniRitter, estão difundindo estudos e desenvolvendo novas tecnologias. “Estamos mesclando a realidade virtual com a realidade aumentada e a holografia. Desta forma, já criamos aplicações voltadas para os cursos de Fisioterapia e Medicina Veterinária da UniRitter”, exemplifica Isabel.

Mas as mentes inquietas do curso Design de Games não param por aí. Um aplicativo está em fase de desenvolvimento e será voltado para os estudantes da área da saúde da UniRitter, servindo para treinamento e auxílio à aprendizagem. Esta tecnologia terá também como foco a preparação para a prova do ENADE.

Tecnologia ao lado da educação inclusiva

Visando colaborar com a sociedade, estudantes e professores do curso de Design de Games criaram um jogo digital capaz de reproduzir fielmente um ambiente no qual jovens com necessidades especiais estão acostumados a praticar as suas atividades de vida diária (AVD). Este game já está disponível para crianças e adolescentes atendidos pela Kinder – Centro Integração da Criança Especial, situada em Porto Alegre.

A proposta do jogo é desenvolver o exercício da autonomia em tarefas diárias, como arrumar a cama, usar o telefone e se locomover. Além disso, ajudar a aprender sobre cuidados pessoais, como: escovar os dentes, se vestir, tomar banho, entre outros.

Para o estudante do 6° semestre do curso de Design de Games, Márcio de Souza, desenvolver esse jogo foi uma experiência diferenciada. “Tivemos a oportunidade de saber diretamente com quem estávamos trabalhando. Geralmente, usamos situações lúdicas, mas para a Kinder tivemos as referências de uma sala real. Foi muito interessante fazer esse game para as crianças, pois interagimos com elas e, a partir disso, usamos as nossas ideias”, diz.

O professor da graduação, Luan Carlos Nesi, destaca que, com a popularização do uso dos smartphones, novas possibilidades foram abertas para os jogos digitais. “Por exemplo, o Pokemon Go, um game que se tornou muito popular, permitiu que trouxéssemos esse conceito para a Kinder e viabilizássemos esse game educacional e solidário. Assim, podemos atender uma demanda que, até então, não tínhamos no SquarePix e GameLab”, enfatiza.

Quer conhecer mais sobre o curso de Design de Games e o mercado de jogos? Clique aqui.

Hábitos alimentares saudáveis transformam vidas

Uma alimentação saudável influencia totalmente na saúde e no bem-estar das pessoas. É o que aponta a coordenadora do curso de Nutrição da UniRitter, Jacqueline Schaurich dos Santos. A busca por hábitos saudáveis é uma espécie de terapia. “Podemos recuperar e minimizar alguns desconfortos em função de algumas doenças que o paciente possa ter. É possível se prevenir, por exemplo, de diabetes, hipertensão e algumas enfermidades cardiovasculares”, diz.

Dentro dos bons hábitos alimentares, se encontra a temida dieta, que perdeu espaço para o plano alimentar, que é uma distribuição de alimentos de forma saudável, sem tantas restrições. “Anteriormente, o paciente realizava a dieta por um breve período, atingia os resultados desejados e, logo após, desistia. Hoje em dia, os nutricionistas trabalham com esse cuidado na reeducação alimentar. Assim, a pessoa consegue perder peso, tendo mais saúde de maneira progressiva e contínua”, comenta.

O sucesso da alimentação saudável está atrelado principalmente a uma composição adequada. “Não é somente se preocupar com a quantidade, mas também com a qualidade da alimentação. Muitas pessoas acreditam que, o alimento por ser natural, pode ser consumido à vontade. Um suco de laranja tem alto valor de calorias, logo não podemos tomá-lo à vontade. Por isso, é preciso buscar a sensação de saciedade, que pode ser mantida por meio da ingestão de alimentos em pequenas quantidades e distribuída em várias refeições durante o dia”, indica Jacqueline.

Para este período de estações mais quentes, na maioria dos casos, é o momento em que as pessoas tendem a ter um maior cuidado com a alimentação e o corpo. Para isso, a professora informa que é importante que seja ingerida uma alimentação à base de frutas e vegetais. “Além disso, o consumo de alimentos integrais são recomendados, pois possuem um baixo índice glicêmico e evitam o acúmulo de gordura na região abdominal. Para diminuir o índice glicêmico de alguns alimentos, como por exemplo a tapioca, podemos acrescentar ovos que são ricos em proteína ou cereais como a linhaça e a chia”, recomenda.

Alunos ajudam na reeducação alimentar da comunidade

Com um compromisso social, todas as terças-feiras, os alunos do curso de Nutrição da UniRitter estão ajudando a modificar os hábitos alimentares de muitas pessoas por meio de atendimentos nutricionais gratuitos. Nas consultas, os estudantes realizam exames físicos, avaliação antropométrica (composição corporal) e investigação alimentar. Os atendimentos ocorrem no Centro de Atendimento à Comunidade da UniRitter no Campus Zona Sul.

A aluna do 7º semestre do curso de Nutrição, Lara Franklin da Silva, 23 anos, comenta que o atendimento ajuda no desenvolvimento dela como profissional e também das pessoas que eles recebem.

No caso da sua colega de graduação, Brenda Ducatti, de 22 anos, esta é a primeira experiência com o atendimento clínico. “Gosto muito da área da antropometria e adorei fazer as medidas das dobras cutâneas da paciente. Fui questionada sobre a quantidade de calorias nos alimentos. Na realidade, o que as pessoas precisam mesmo se preocupar é em relação à composição dos alimentos, que fazem muita diferença para um hábito saudável”, informa.

Atendida por Brenda, a doméstica Elenice de Oliveira Lima, de 48 anos, aprovou o atendimento e mostrou-se otimista com a sua meta. “Achei bem interessante as informações que ela passou. Certamente, vão me ajudar a emagrecer de forma adequada”, comenta.

Já para o paciente José Vicente Dilélio de Lima, aposentado, de 72 anos, fala das suas expectativas sobre o atendimento nutricional.

MITOS X VERDADES

– Comer carboidratos à noite engorda?

Depende da quantidade de alimentos que vamos consumir. Se fizermos ingestões de grandes volumes, certamente engordaremos. Mas se tivermos um controle na quantidade e, na escolha do tipo de carboidrato, no caso, os integrais, a resposta é muito mais positiva e, consequentemente, é possível ter o controle no ganho de peso.

– Misturar dois tipos de carboidratos na mesma refeição é prejudicial?

Vai depender de qual é o objetivo da pessoa. Quando é redução de peso, a indicação é utilizar um alimento representante do grupo dos carboidratos (cereais ou vegetais do Grupo C) por refeição. Se pensar em carboidratos, os legumes  são uma opção. Por isso, depende da classificação do carboidrato, do valor de calorias que possui. O ideal é ter um representante dos grupos dos cereais, um das leguminosas e vários vegetais.

Já no caso dos vegetarianos/veganos, há necessidade de se fazer a mistura de vários carboidratos na mesma refeição. Dentro dos carboidratos, encontramos as leguminosas e os cereais e a combinação destes na mesma refeição ofertam aminoácidos essenciais que não são produzidos em nosso organismo e, por isso, precisamos recebê-los por meio dos alimentos. Aqueles de origem animal possuem em sua composição todos estes aminoácidos, o que não acontece de forma individual nos cereais e leguminosas.

– Doces devem ser banidos do cardápio?

Não precisamos banir radicalmente da nossa alimentação e sim buscar alguns doces mais saudáveis. Hoje em dia, existem várias receitas simples e saudáveis de bolos, mousses e muffins, que podemos utilizar e que são saborosos e atrativos, que provocam a saciedade. É claro que, no dia a dia, o doce deveria ser substituído pela fruta, o que seria o ideal.

– Beber durante as refeições é prejudicial?

Ingerir líquidos durante as refeições aumenta o volume do estômago, que é um músculo que vai cedendo. Quanto maior for o volume, maior esse órgão vai ficando. Consequentemente, isso vai gerando uma necessidade cada vez maior de uma ingestão de alimentos. Desta forma, corre-se o risco de começarmos a desenvolver o excesso de peso e a obesidade. O ideal é que não façamos a ingestão de líquidos junto com as refeições. O que é recomendável é que se beba algo antes ou uma hora depois ou que tomemos apenas pequenos goles de água ou de suco para evitar que se tenha um grande aumento do volume gástrico.

– Pular refeições engorda?

Quando temos o hábito de fazer cinco ou seis refeições por dia, mantemos o organismo em funcionamento e, com isso, o gasto metabólico será constante. Conseguimos então controlar a oferta e a demanda de calorias por meio dos alimentos e do fracionamento das refeições. Ainda, quando pulamos uma refeição chegamos com muita fome na próxima, fica muito mais difícil controlar a quantidade e a qualidade dos alimentos ingeridos, contribuindo desta forma para o ganho de peso.